ricardo.durao
23-03-09, 7:53
Bom dia,
A situação que nos diz parece-nos normal, pois o cliente é um utilizador, o próprio sistema é um utilizador e por aí fora. Se o cliente abrir um programa, quem vai ser o utilizador poderá ser você, se for o sistema abri-lo(por exemplo no arranque), o utilizador vai ser o sistema. Tal se passa igualmente em Linux. Em que existe o utilizador root, o utilizador .....(o cliente) e poderá haver outros utilizadores que não o cliente.
Depois terá de ver a origem dos programas e dos processos, se tiver a certeza do que são e que são desnecessários poderá "matar" os processos, mas se o Sistema Operativo cria os processos é porque podem ser necessários. Procure no google se existe mais alguém com os mesmos processos, e veja o que são para ter uma melhor percepção dos processos, e se os pode "matar".
A situação que nos diz parece-nos normal, pois o cliente é um utilizador, o próprio sistema é um utilizador e por aí fora. Se o cliente abrir um programa, quem vai ser o utilizador poderá ser você, se for o sistema abri-lo(por exemplo no arranque), o utilizador vai ser o sistema. Tal se passa igualmente em Linux. Em que existe o utilizador root, o utilizador .....(o cliente) e poderá haver outros utilizadores que não o cliente.
Depois terá de ver a origem dos programas e dos processos, se tiver a certeza do que são e que são desnecessários poderá "matar" os processos, mas se o Sistema Operativo cria os processos é porque podem ser necessários. Procure no google se existe mais alguém com os mesmos processos, e veja o que são para ter uma melhor percepção dos processos, e se os pode "matar".